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LINDA E VALIOSA HISTÓRIA que, certamente, não teríamos a pretensão em contá-la integralmente nestas tão parcas linhas. SUGERIMOS, então, uma instrutiva pesquisa ao leitor no site: www.camaraibiuna.sp.gov.br, link TURISMO, link HISTÓRIA DO MUNICÍPIO e, por fim, link HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE IBIÚNA, do qual tivemos a honra e a satisfação em extrair algumas curiosidades: "A
história de Ibiúna está intimamente ligada ao Bandeirantismo
no Brasil. Estrategicamente colocada na rota dos desbravadores, sua trajetória
histórica remota aos idos de 1618, quando partia de São
Paulo a maior bandeira, vindo com 4.000 homens, além de religiosos,
cuja a missão era a catequese e conquista de índios. Assim
amestrados, tornavam-se braços aprisionados para o trabalho em
novas conquistas e escavações minerais: As
Bandeiras tinham três marcos para pontos iniciais de suas penetrações:
Parnaíba, Cotia e São Roque, pois esses lugares com serras
já possuíam caminhos de penetração, ainda
que rudimentares.A explicação da escolha dessa rota é
simples: os primitivos habitantes, nômades por excelência,
usavam o dorso das serras para suas procuras de vendas litorâneas.
Eram os "peabim" (caminhos de índios). Nesse triângulo
de sede de partidas de Bandeiras, havia as serras de São Francisco,
contraforte de Paranapiacaba e pequenas serras de penetrações
curtas. A Bandeira que partiu em 1618 encontrou em Cotia dois "peabim",
sendo o da direita (São Francisco) e mais para a esquerda a extensão
de Paranapiacaba que alcançava Una e avançava rumo ao litoral
atlântico. O caminho de São Francisco, mais extenso, tinha
já em Itapeva (Pedra Chata) um preador de índios, Brás
Esteve Leme, que se fixara na região, caçando índios,
num ponto estratégico de passagem desses pelo "peabim".
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IBI = TERRA + UNA = ESCURO(A)
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